ThePrinciples

Agnostic Agile

Eu sou um praticante do Agnostic Agile, adapto e personalizo agilidade para e pelo meu cliente, mesmo que isso implique em melhorias e aperfeiçoamentos de qualquer framework que o beneficie. O meu cliente pode ser a empresa na qual trabalho, o consumidor final que receberá os meus serviços, ou, até mesmo, outros praticantes do agile com os quais trabalho.

Me esforçarei para manter a ética, a conduta e o respeito adequados entre meus colegas praticantes do agile e entusiastas de framework, e garantirei que meu cliente esteja obtendo valor, não importando qual veículo está sendo usado. Reconheço que devo aprender continuamente e me comprometer com o aprimoramento, seja ele profissional ou pessoal.

Procuro defender os seguintes princípios, com o melhor da minha capacidade e julgamento:

  • Colocar o cliente em primeiro lugar, tornando-o independente.

    Colocarei os interesses do meu cliente em primeiro lugar, pois é o que fui contratado para fazer. Eu o ajudarei a entender, em profundidade, a mentalidade do agile, com seus princípios e valores, ao invés de apenas as especificidades de framework. Dessa forma, eu o “ensino a pescar” e o empodero, levando-o a um lugar de independência, que elimina a criação de laços de dependência.

  • Fazer o meu melhor, complementando teoria à experiência prática.

    Aplicarei todo conhecimento e aprendizado a respeito de práticas de lean e agile disponíveis, conforme minhas habilidades atuais permitam. Tais podem vir de minhas próprias experiências ou de qualquer framework que melhor atenda às necessidades e o contexto de meu cliente. Eu procurarei sempre aconselhá-lo com base no equilíbrio saudável entre teoria e experiência prática.

  • Adaptar agilidade ao contexto.

    Reconheço que existe arte em nossa prática de lean e agile, sendo motivada por evidências empíricas, e que inteligência emocional, compreensão do contexto do cliente, e os níveis de maturidade do mesmo, podem superar a adoção de qualquer (aspecto de um) método ou framework, mesmo quando tal (aspecto de um) método ou framework seja o mais ágil. Eu sugiro o ideal para este cliente, ao invés de forçar algo que ele não precise.

  • Compreender as restrições inconvenientes e trabalhar para removê-las.

    Respeitarei o contexto específico do meu cliente, e me empenharei, da melhor forma que conheço, em remover qualquer restrição que impeçam a agilidade.

  • Compartilhar, aprender e melhorar.

    Compartilharei, com prazer e honestidade, o meu conhecimento e minhas experiências com meus colegas praticantes e também com guardiões de framework, ajudando, continuamente, a melhorar as práticas de lean e agile. Isso inclui fornecer feedbacks construtivos, de modo respeitoso, para que todos possam se beneficiar de aprendizado e aprimoramento contínuos.

  • Respeitar os frameworks e seus praticantes.

    Respeitarei os frameworks e o valor que eles oferecem. Respeitarei também aqueles que os praticam, e aqueles que ajudaram a criá-los e aprimorá-los.

  • Reconhecer o desconhecido e procurar ajudar.

    Admitirei, corajosamente, não saber, caso sinta que um problema ou desafio podem estar além dos meus conhecimentos e das minhas habilidades, não importando se pequenos ou grandes, e me comprometerei em pedir ajuda a um colega praticante se para o benefício do meu cliente.

  • Nunca enganar ou deturpar.

    Nunca enganarei ao afirmar saber algo que não sei, e nunca deturparei nem esconderei qualquer opção ou escolha que possa beneficiar o meu cliente.

  • Lembrar que agilidade não é o objetivo final.

    Lembrarei que obter agilidade não garante o melhor resultado para o meu cliente e que, em alguns casos, estratégias mais tradicionais podem ser mais efetivas para o atual clima e contexto.

  • Reconhecer que dogmatismo vai de encontro à agilidade.

    Não serei dogmático a respeito de frameworks e métodos de lean ou agile, pois o dogmatismo vai de encontro à agilidade, não beneficiando o meu cliente, nem a minha comunidade, ou mesmo a minha própria prática. Portanto, procurarei ativamente evitá-lo.

  • Reconhecer haver mais do que agilidade na prática do agile.

    Reconhecerei que o caminho para a agilidade, às vezes, precisa ser construído para que possamos começar ou continuar a jornada. Construir tal caminho pode incluir práticas como o treinamento de pessoas ou organizações, a aplicação do pensamento lean, e o gerenciamento de mudanças organizacionais. Assim, procurarei aprender e dominar o que for necessário para compor um caminho seguro para a agilidade.

  • Devolver à comunidade

    Lembrarei que sou um membro da comunidade de praticantes de lean e agile. Procurarei ajudar a minha comunidade a melhorar e aprender com ela tanto quanto ela aprende comigo. Com isso, beneficiarei os praticantes do agile, assim como os clientes, em qualquer lugar.